Arquivo para a categoria “Israel”
Mais de duas dezenas de políticos e rabinos foram ontem presos pelo FBI, acusados de lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de órgãos, numa rede com ramificações à Suíça e a Israel. Entre os detidos estão três presidentes de câmara do estado de Nova Jérsia e um legislador republicano.
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Presidente dos Estados Unidos afirmou-se satisfeito com a comunicação do primeiro-ministro israelita e considerou que ele deu um “passo em frente” no que se refere ao processo de paz com os palestinianos.
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Netanyahu disse que apoiará a criação de um Estado palestino — mas apenas se Israel receber garantias internacionais prévias de que o novo país não terá forças militares e se os palestinos reconhecerem Israel como Estado judaico.
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O presidente norte-americano, Barack Obama, quer negociações «imediatas» entre palestinianos e Israel de forma a conseguir um acordo de paz global. Os EUA enviaram George Mitchell para o Médio Oriente, com o objectivo de iniciar as negociações de paz. O Governo israelita está disposto a iniciar conversações com os palestinianos.
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pressionou na segunda-feira Israel a aceitar uma solução que contemple a criação do Estado palestino, mas não obteve um compromisso público do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu nesse sentido.
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O presidente do Parlamento de Israel acusou nesta terça-feira o papa Bento 16, que é alemão, de se mostrar alheio ao sofrimento dos judeus no Holocausto nazista.
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O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, prometeu que não haverá um segundo Holocausto contra o povo judeu. Netanyahu falava na abertura da cerimónia anual do Dia da Lembrança pelos seis milhões de judeus que foram mortos pelos nazis alemães e seus colaboradores durante a Segunda Guerra Mundial.
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A nova tecnologia G.ho.st (“Global Hosted Operating SysTem” ou sistema operacional global na web) já fornece gratuitamente um computador virtual baseado na internet para qualquer internauta que se cadastrar (http://g.ho.st/).
O serviço inclui área de trabalho pessoal, arquivos e aplicativos, disponíveis a partir de qualquer navegador. É possível editar textos e planilhas dentro dele. O projeto, que oferece ao menos 5 Gbytes para seus usários, foi produzido por 40 funcionários na Palestina e em Israel e é financiado pela Benchmark Capital. Há versões em diversas línguas, como português.
Ainda em caráter experimental, o sistema foi selecionado para ser lançado ao vivo na conferência “D: All Things Digital”, do “Wall Street Journal”. Uma versão “beta” (em testes) deve ser lançada no fim de outubro deste ano.
Fonte: Folha Online
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Obama discursava em celebração dos 60 anos da criação de Israel e a sua intervenção terá visado afastar as dúvidas quanto ao seu compromisso com o Estado judaico bem como os rumores de ser muçulmano e de manter contactos com Luís Farrakhan, um activista com posições radicais contra Israel.
“Ao celebrar seis décadas de independência, sabemos que há muito mais para fazer para assegurar uma paz duradoura às crianças de Israel”, declarou Obama, sem, no entanto, dar pormenores do que propõe politicamente para o Médio Oriente.
“Prestemos homenagem à independência desta grande nação: celebremos os feitos de seis décadas e renovemos a amizade entre as nossas nações, assim como a promessa solene de procurar uma paz e uma segurança duradouras para o povo de Israel”, disse Obama.
Fonte: Lusa
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JERUSALÉM (AFP) — Israel se negou nesta sexta-feira a dar crédito a uma proposta de trégua do grupo radical Hamas em troca da suspensão do bloqueio em Gaza, onde a situação humanitária piorou devido à interrupção da distribuição de ajuda da ONU por falta de combustível.
O governo israelense considera que a oferta de trégua de seis meses apresentada pelo Hamas na véspera, no Cairo, não é séria. Além disso, acredita que os islamitas, alvo das ofensivas israelenses em Gaza, aproveitariam esse tempo para obter reforços.
“Infelizmente, isso não parece nada sério. O Hamas continua visando os israelenses e se armando”, afirmou à AFP Mark Regev, porta-voz do primeiro-ministro Ehud Olmert.
“A calma que parece propor é a calma antes da tempestade”, insistiu Regev, reiterando as condições impostas por Israel para suspender as operações militares: o fim dos disparos a partir da Faixa de Gaza, o “fim do terrorismo do Hamas” e o fim do contrabando de armas através do Egito.
Em contraposição, uma fonte próxima ao ministro da Defesa, Ehud Barak, declarou à AFP que Israel não descarta um acordo tácito com o Hamas, como aconteceu em repetidas ocasiões no passado.
Na véspera, o Hamas afirmou estar estudando uma trégua com Israel que tenha início na Faixa de Gaza e se estenda depois à Cisjordânia, com a condição de que o Estado hebreu retire seu bloqueio dos territórios palestinos.
“O Hamas se inclina a princípio por uma trégua na Faixa de Gaza que se estenderia à Cisjordânia em uma segunda fase, com a condição de que cesse a agressão do inimigo e sejam reabertos os pontos de passagem, como o de Rafah, com o Egito”, afirmou o porta-voz Ghazi Hamad.
Os líderes do movimento islâmico afirmam que desejam que a situação nos territórios palestinos “se acalme”.
“Mas esta calma deve ser recíproca, simultânea e global entre nós e Israel, e deve incluir a retirada do bloqueio (imposto desde janeiro) e o fim da agressão”, disse à AFP outro membro do movimento, Ismail Raduane.
A ONU, por sua vez, advertiu sobre as conseqüências da suspensão da distribuição de alimentos aos refugiados palestinos por parte de suas agências.
“Quando há pessoas famintas, furiosas, isso não favorece a paz nem aos interesses de Israel em termos de segurança”, declarou à AFP Chris Gunness, porta-voz da ONU para os Refugiados Palestinos (UNRWA).
A ONU interrompeu na quinta-feira a distribuição de alimentos na Faixa de Gaza devido à falta de gasolina.
Israel rejeitou qualquer responsabilidade na situação de crise vivida em Gaza e culpou o movimento islamita Hamas.
Israel deixou de abastecer a Faixa de Gaza depois de um ataque palestino, em 9 de abril contra a passagem de Nahal Oz, o único ponto de entrada de combustível na Faixa.
Israel assegura, no entanto, que os palestinos têm reservas, com mais de um milhão de litros de combustível armazenados, mas que a Associação Palestina de Petróleo se recusa a distribuí-las como forma de protesto pelo que considera um abastecimento insuficiente.
A falta de combustível obrigou a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) a reduzir sua atividade e a situação pode ficar rapidamente dramática, anunciou a ONG.
Milhares de simpatizantes do Hamas se manifestaram nesta sexta-feira perto dos pontos de passagem do norte e do sul da Faixa de Gaza para exigir o fim do bloqueio israelense imposto a seu território.
Cinco mil pessoas, agitando bandeiras do Hamas, se concentraram para pedir que o Egito reabra a passagem de Rafah para romper o cerco imediatamente e aliviar o sofrimento do povo palestino.
Em Rafah, na fronteira sul com o Egito, quase mil pessoas fizeram as mesmas reivindicações.
Fonte: AFP
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Pelo menos 17 palestinianos, incluindo um operador de imagem da agência Reuters, foram mortos em raides da aviação israelita contra a Faixa de Gaza, lançados horas depois de três soldados terem perdido a vida numa emboscada reivindicada pelo Hamas.
O ataque mais mortífero ocorreu ao início da tarde, na região central do território palestiniano, quando um helicóptero israelita disparou vários mísseis contra um grupo de combatentes que se estariam a preparar para disparar obuses contra Israel. A AFP adianta que um ou mais projécteis acabariam por atingir um grupo de civis que se encontravam no campo de refugiados de Bureij. Entre as vítimas mortais do ataque, que feriu outras 17 pessoas, contam-se duas crianças, adiantam fontes hospitalares palestinianas.
Pouco depois, no mesmo sector, foi atacado o carro em que seguia Fadel Chanaa, um operador de câmara palestiniano de 23 anos, a trabalhar para a Reuters. Segundo a agência britânica, o veículo estava identificado com as letras “TV”, o que não impediu que fosse atingido por um míssil. Outros dois civis que se encontravam no local morreram no ataque, que o Exército israelita não confirmou ainda.
Os ataques desta tarde surgem em retaliação pela morte de três soldados israelitas, esta manhã, numa emboscada junto ao terminal de combustíveis de Nahal Oz, na fronteira com a Faixa de Gaza. A acção, descrita como “sofisticada”, foi reivindicada pelo braço armado do Hamas, o movimento que controla a Faixa de Gaza.
Os islamistas garantem não ter perdido nenhum operacional na emboscada, durante a qual foram usados munições pesadas, mas o Exército israelita adianta ter morto quatro dos oito atacantes. Um quinto activista do Hamas foi morto num terceiro raide aéreo, que provocou ainda ferimentos em outras três pessoas.
Apesar do ataque, o Governo israelita decidiu autorizar o reinício das entregas de combustível à Faixa de Gaza, suspensas desde o ataque da semana passada contra o terminal de Nahal Oz. O combustível, fornecido pela União Europeia, permite manter em funcionamento a principal central eléctrica de Gaza, que fornece energia a 800 mil residentes na cidade de Gaza e arredores.
Fonte: Público
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Israel fez a maior simulação de guerra convencional e não convencional nos seus 60 anos de existência. O Governo de Jerusalém reuniu-se formando um gabinete de guerra. Todas as forcas de segurança e de salvação, ouviram uma mensagem do primeiro ministro: rebentou a guerra.
“Devemos preparar-nos. Há menos de dois anos, a metade norte do país foi atacada com quatro mil mísseis do Hezbolhah libanês. Você conhece algum país europeu que aceitasse uma situação similar?”, interroga Matan Vilnay, vice-ministro de Defesa.
Em todas as escolas do país a unidade de protecção civil fez uma simulação das reacções dos alunos e dos professores em caso de um ataque real: abandonar as salas de aula e encontrar o quarto de refúgio mais próximo e como cooperar na recuperação das vitimas.
“Chegámos à conclusão que se explicarmos às crianças o que está a acontecer com calma, eles próprios analisam a situação; o que lhes da muita segurança”, refere o bombeiro Boaz Rakia.
Os pais receberam um aviso no qual se lhes pede que dialoguem com os filhos. Tudo isto tem a direcção de professores e psicólogos. “Falamos com as crianças sobre os seus receios , tentamos acalmar os ânimos, ouvimo-los pacientemente e respondemos a todas as dúvidas”, diz a professora Mor Levi.
“Estão-nos constantemente a dizer que devemos manter a calma, agora é fácil, mas se um dia isto for verdade, vamos ver o que é que acontece. Trata-se de uma preparação. Afirma-se que quanto mais duros forem os treinos, mais fácil será a batalha”, diz o aluno Ronen.
Em várias partes do país, as unidades de resgate do exército procuram sobreviventes entre os escombros dos edifícios destruídos. Israel prepara-se para o apocalipse .
Fonte: Sic
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Os dois civis foram baleados por um grupo de milicianos palestinianos que atacaram hoje a passagem fronteiriça de Nahal Oz, numa ofensiva que deixou também pelo menos dois feridos, disseram as fontes militares israelitas.
Um porta-voz do Exército disse que «terroristas entraram na zona de depósitos de combustíveis da passagem e dispararam contra os civis na instalação».
Aquela passagem permite a entrada do abastecimento de combustível à Faixa de Gaza.
Em comunicado conjunto divulgado na Faixa de Gaza, a Jihad Islâmica, os Comités Populares da Resistência e as Brigadas Mujahedin, vinculadas ao Fatah, assumiram a autoria do ataque e garantiram que os seus homens tinham conseguido regressar à zona segura.
No entanto, pouco depois, um helicóptero israelita disparou um foguete contra um carro onde seguiam milicianos islâmicos no bairro Zeitoun, na Cidade de Gaza, ataque no qual morreram os três milicianos que se encontravam no veículo.
Fonte: Diário Digital
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