Archive for the “Informática” Category
Em um esforço para agilizar processos administrativos, a Holanda deve permitir que os habitantes do país registrem nascimentos, marquem casamentos civis e registrem mortes pela internet.
A proposta de mudança foi feita em razão de reclamações a respeito da burocracia: assim como em outros países europeus, os holandeses têm de comunicar autoridades municipais sempre que mudam de endereço ou estado civil.
Pelo projeto, casais que planejam se casar poderão apenas preencher dados pessoais em um formulário on-line no site da cidade, em vez de ter que levar os documentos originais à administração municipal, como era exigido até agora.
Caso as autoridades suspeitem de algum dado ou detectem problemas, os noivos podem ser chamados para apresentar os documentos pessoalmente. De qualquer forma, a cerimônia de casamento em si tem de acontecer na presença dos noivos.
Para mortes, a idéia é que crematórios ou empresas funerárias –que em geral têm acesso a documentos do morto e ao atestado de óbito– enviem as informações pela internet diretamente para a administração da cidade.
No ano passado, o governo decidiu formar um banco de dados de todas as crianças que poderia ser acessado em escolas, hospitais, polícia e entidades de serviço social.
Wibbe Alkema, porta-voz do ministro da Justiça, afirmou que alguns ajustes ainda estão sendo feitos no projeto. O governo espera tornar o plano uma lei até 2011.
“Como as coisas são feitas agora, alguém decidido a registrar um nascimento falso pode forjar um documento e levá-lo até os escritórios municipais”, afirmou. “Mas cedo ou tarde o sistema vai conseguir pegá-los”.
Fonte: Folha Online
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TIRANA - A Albânia é o país que menos usa a internet na Europa, já que apenas 1% dos três milhões de albaneses utilizam a rede, segundo dados do instituto de estatísticas Instat, divulgados nesta quarta-feira, 16, em Tirana.
Os especialistas do instituto destacam que, pelo contrário, há um alto índice de uso do telefone celular, pois 80% da população albanesa possui um aparelho próprio, e consideram que o baixo nível de acesso à internet se deve às elevadas tarifas cobradas na Albânia por este serviço.
Também chamam a atenção o pouco número de telefones fixos e computadores disponíveis nas casas dos albaneses. Os preços oferecidos aos clientes para o uso de internet oscilam entre 16 euros e 35 euros mensais, o que representa até 45% do salário mínimo.
Apesar de o atual governo albanês ter implementado há dois anos a campanha “Albânia na era da internet”, que prevê a difusão desta tecnologia nas escolas do país, só 12% dos estudantes usam a rede, segundo um estudo publicado recentemente pela imprensa.
Fonte: Estadão.com.br
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SAN FRANCISCO - Milhares de usuários do Windows XP estão lutando contra a retirada de circulação do sistema operacional pela Microsoft em junho. A empresa deixará de vender o Windows XP para estimular o uso do Vista, uma versão que já possui mais de um ano de mercado, mas que não convenceu muitos especialistas e usuários.
A gigante da informática continuará fornecendo apoio técnico para aqueles que continuarão a usar o XP até abril de 2009 e, a partir dessa data, prestará um nível mínimo de assistência.
Os usuários fiéis do Windows XP não estão dispostos a deixar seu sistema operacional e já recolheram mais de 140 mil assinaturas em um pedido online contra a retirada desta versão.
Segundo estimativas do grupo de pesquisa de mercado IDC, em torno de 60% dos computadores particulares e 70% dos utilizados em empresas ainda funcionam com o XP.
A Microsoft, que está trabalhando em uma nova versão de seu sistema operacional chamada, por enquanto, de Windows 7, já adiou em outra ocasião a retirada do XP, mas afirmou que não vai prolongar o prazo desta vez.
“Não há planos para estender a venda do Windows XP para além de 30 de junho de 2008″, disse Michael Dix, diretor-geral de gestão de produtos para clientes da Microsoft, no site corporativo da empresa.
Fonte: O Estado de São Paulo
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A empresa de software de código aberto Red Hat deve abandonar os planos de lançar um sistema operacional que concorra diretamente com o Windows Vista, da Microsoft.
No ano passado, a empresa sediada nos Estados Unidos anunciou planos de desenvolver uma versão do Linux que conteria todas as funcionalidades do Windows. Essa versão seria vendida em países em desenvolvimento.
No entanto, o diretor de tecnologia da Red Hat, Brian Stevens, afirmou no dia 15 de Abril que a empresa ainda vai determinar se há demanda para esse produto.
“É pior vender 100 mil unidades do que não vender nenhuma diante do compromisso que você assume”, afirmou o executivo.
Fonte: Folha Online
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Segundo dados de uma pesquisa feita pela Harris Interactive, divulgada na última sexta-feira, muitas pessoas estão desconfortáveis com sites que criam conteúdos personalizados a partir de informações pessoais coletadas de quem navega pela internet. Dos 2.513 entrevistados nos Estados Unidos, aproximadamente 60% não se sentem confortáveis quando sites utilizam dados sobre suas atividades online para personalizar conteúdo ou anúncios.
Os resultados da pesquisa podem auxiliar empresas que trabalham com internet a disponibilizar mais benefícios concretos aos seus usuários nesse sentido. De acordo com Alan Westin, da Columbia University, que ajudou a elaborar a pesquisa, as companhias podem, por exemplo, dar descontos em ingressos de cinema ou na compra de eletrônicos em vez “promover” a perda de privacidade do usuário. Para ele, “sistemas de busca gratuitos ou sites de redes sociais fazem parte do DNA do usuário de internet, e uma forma de amenizar a antipatia às ações de marketing é oferecer-lhes benefícios”.
Colin McKay, do gabinete da Comissão de Privacidade do Canadá, explica que as pessoas precisam se dar conta de que os dados que fornecem na internet servem de base para uma campanha publicitária, e que o “marketing faz a transição da conveniência para a invasão”. Isso pode mudar quando internautas começarem a boicotar algumas aplicações, o que somente acontecerá quando tiverem pleno entendimentos da extensão do uso de seus dados pessoais.
A pesquisa mostrou que os usuários mais jovens encontram-se mais confortáveis com a distribuição de conteúdo personalizado, principalmente os do grupo entre 18 e 43 anos.
Fonte: AdNews
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Dois analistas do instituto Gartner classificaram como “insustentável” e em vias de um “colapso” a situação do Windows, sistema operacional da Microsoft. Segundo Michael Silver e Neil MacDonald, a Microsoft não tem correspondido às necessidades do mercado, apresenta uma imagem ruim em razão do legado de duas décadas de código fechado e enfrenta séria concorrência em várias frentes.
De acordo com o site da revista especializada ComputerWorld, os especialistas apresentaram como um dos fatores críticos do Windows o fato de a base de códigos do programa crescer de maneira muito rápida, tornando praticamente impossível o lançamento ágil de novas versões, com mudanças significativas.
Os analistas apresentaram o caso do Windows Vista como exemplo disso: depois de cinco anos de desenvolvimento do produto, sem muito sucesso, a Microsoft teve de voltar atrás e utilizar o código do Windows Server 2003, mais estável, como alicerce do sistema operacional.
“Essa é grande parte da explicação para o fato de o Windows Vista ser apresentado principalmente por um apanhado de melhorias”, afirmaram os analistas, durante palestra em Las Vegas.
“A maioria dos usuários não entende quais são os benefícios do Windows Vista ou não o vêem como algo melhor o suficiente que o Windows XP para justificar o custo e sofrimento da migração”, disseram eles.
“Virtualização”
Segundo a publicação, os usuários querem atualmente um Windows que rode em equipamentos menos robustos, de baixo custo, necessidade não correspondida pelo sistema operacional. Para os analistas, talvez já nos próximos três anos a Microsoft deva enfrentar uma competição dura com aplicativos on-line e aparelhos menores, especializados.
“O Windows como nós o conhecemos atualmente deve ser substituído”, disseram os analistas na apresentação.
Para resolver o problema, Silver e MacDonald sugerem que a empresa torne mais fácil o processo de atualização para novas versões do Windows, repense o processo de licenciamento do programa e torne o sistema, de fato, modular, com capacidade de crescer ou diminuir conforme a necessidade do usuário.
Fonte: Folha Online
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O Yahoo! vai ceder uma parte de seu espaço para publicidade para o Google, em uma experiência que parece ter o objetivo de afastar a proposta não solicitada da Microsoft. O acordo, anunciado nesta quarta-feira (9), vai permitir que o Google coloque anúncios em cerca de 3% das pesquisas feitas nos Estados Unidos por meio do Yahoo –que é o segundo maior site de buscas da internet, atrás do novo parceiro.
Sem especificar uma data, o Yahoo! informou que os testes da parceria com o Google vão durar duas semanas. O Yahoo! afirmou que ainda não decidiu se vai aderir totalmente à rede de centenas de outros sites que confiam ao Google a responsabilidade de explorar a publicidade por links patrocinados em seu conteúdo.
A possibilidade de adotar uma relação mais próxima com o líder das buscas na internet é uma nova mostra dos esforços do Yahoo! para afastar a Microsoft ou forçar a gigante do software a aumentar sua oferta.
O Yahoo! insiste que a oferta inicial de US$ 31 por ação é baixa demais, mas a Microsoft ainda não deu sinais concretos de que vá fazer uma proposta melhor.
Concentração
Em um comunicado divulgado hoje, a empresa fundada por Bill Gates reafirma que a proposta atual é justa e questionou se órgãos de regulação de comércio iriam permitir que o Google e o Yahoo! formem uma parceria permanente.
De acordo com dados recentes da comScore Media Metrix, Google e Yahoo! teriam, juntos, 81% do mercado de buscas nos Estados Unidos. Caso o Yahoo! fosse para as mãos da Microsoft, as empresas teriam 31% do segmento nos EUA –bem longe dos 59% do Google.
“Isso [um acordo Google-Yahoo!] tornaria o mercado muito menos competitivo, algo que contrasta com nossa proposta ao adquirir o Yahoo!”, afirma o responsável por assuntos legais da Microsoft, Brad Smith.
O senador norte-americano Herb Kohl, membro de comitê antitruste no Congresso dos EUA, afirma que o órgão iria rejeitar qualquer acordo permanente entre as duas empresas de internet.
Kohl afirma que os legisladores do país estão particularmente preocupados com o assunto em razão de o Google ter acabado de comprar a DoubleClick, grande empresa de publicidade on-line, por US$ 3,2 bilhões.
Fonte: Folha Online
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A Symantec Corp divulgou na última terça-feira o mais recente Internet Security Threat Report (ISTR), Volume XIII, que revelou ser a web, e não mais as redes, o principal alvo de ataque dos cibercriminosos e que os usuários online podem ser cada vez mais infectados apenas entrando em sites que visitam no dia-a-dia. O relatório foi criado a partir de dados coletados por milhões de sensores de internet, pesquisas em primeira mão e monitoramento de comunicações de hackers, oferecendo uma visão geral do estado da segurança na rede.
No passado, os usuários precisavam acessar sites nocivos ou clicar em anexos de e-mails corrompidos para serem vítimas de uma ameaça à segurança. Hoje, os hackers estão infectando sites legítimos e usando-os como um meio de distribuição para atacar computadores domésticos e corporativos. A Symantec observou que os hackers estão direcionando seus ataques a sites em que os usuários provavelmente confiam, como as redes sociais.
Os criminosos estão se aproveitando de vulnerabilidades específicas que podem ser usadas como plataforma para outros ataques. Nos últimos seis meses de 2007, foram relatadas 11.253 vulnerabilidades de script multi-sites específicas de site na internet. Entretanto, somente 4% delas foram corrigidas durante o mesmo período.
O pishing continua sendo um problema. Nos últimos seis meses de 2007, a Symantec observou 87.963 hospedagens de phishing. Esse número representa um aumento de 167% em comparação ao primeiro semestre de 2007, e as marcas mais atingidas no período do estudo foram do setor financeiro (cerca de 80%).
O relatório também revelou que os Estados Unidos são o país com maior atividade maliciosa, seguido da China, e que 53% dos ataques dirigidos à América Latina são provenientes do país norte-americano. O documento também apontou que as buscas estão voltadas às informações confidenciais dos usuários, que podem ser utilizadas em fraudes de fins econômicos e representaram 68% dos ataques no período da pesquisa.
Além disso, os hackers estão tirando proveito de uma economia paralela mais madura para comprar, vender e comercializar informações roubadas. Cartões de crédito são vendidos nesse mercado e credenciais de conta bancária tornaram-se o item anunciado com maior freqüência, respondendo por 22% de todos os bens.
Fonte: iMasters
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Oito adolescentes foram presas em Lakeland, na Flórida (EUA), acusadas de agredir uma jovem com a intenção de publicar o vídeo no YouTube. Sete dos adolescentes permaneciam detidos na terça-feira (8). Um oitavo acusado foi solto após pagar fiança.
Segundo as autoridades, Victoria Lindsay, 16, foi atacada em 30 de março por algumas meninas quando chegou na casa de uma colega. Uma das garotas aparece no vídeo batendo diversas vezes na cabeça de Lindsay, jogando-a contra a parede em seguida, até a vítima ficar inconsciente.
No vídeo, divulgado pelos policiais, os adolescentes também aparecem bloqueando a passagem por uma porta e atingindo Lindsay mais vezes após ela acordar.
Em entrevista ao canal “NBC”, o policial Grady Judd disse se tratar de um “comportamento animal”. “Eles atraíram ela para a casa com a única intenção de filmar o ataque e publicá-lo na internet”, afirmou.
De acordo com o pai da vítima, Patrick Lindsay, os jovens pretendiam publicar o vídeo com a agressão no YouTube. Christina Garcia, mãe de uma das agressoras, afirmou que sua filha entregou o vídeo à polícia.
As autoridades também disseram que, após o ataque, três dos jovens forçaram a vítima a entrar em um carro e a levaram para outro local, ameaçando-a de nova agressão caso ela contasse à polícia.
Todos os oito suspeitos foram presos no dia 2 de abril acusados de agressão e de aprisionamento forçado. Os três jovens que levaram Lindsay para outro local também foram acusados de seqüestro.
Lindsay sofreu diversos ferimentos pelo corpo, como em seu olho e em sua orelha, afirmaram os policiais.
Fonte: Folha Online
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A força com que a MTV surgiu nos anos 80 foi avassaladora e passageira. Encarcerados na grade de programação, os videoclipes tinham tanta eficiência quanto o horário político para segurar o ibope. O cenário em que o conceituado site de música Pitchfork abriga a partir desta segunda-feira (7) sua TV on-line é bem mais acolhedor –e livre de rédeas.
Centrada na produção independente, a Pitchfork.TV pretende inclusive corrigir uma “injustiça” histórica: o seu acervo de videoclipes incluirá trabalhos de bandas que, nas décadas de 80 e 90, não cabiam nos padrões da “music television”.
Esse material, e também de bandas novas, vem chegando às mãos de Ryan Schreiber, criador e editor do Pitchfork, há algum tempo. “Já temos mais de mil vídeos, mas vamos começar com uns 250. Alguns obviamente nunca irão ao ar [risos]“, diz Schreiber, 31, à Folha.
Entre as “preciosidades”, há criações da Negativland, banda americana que já no fim dos anos 70 fazia “mash-ups”. “Era mais que juntar duas músicas. Eles eram experimentais e artísticos de um jeito estranho”, argumenta. A banda teria passado incólume pela história do pop não fosse a batalha judicial travada (e perdida) contra o U2 e a Island Records após samplear os irlandeses no EP “U2″.
A programação inclui produções próprias, como uma gravação com o Radiohead feita para o lançamento do canal e o “Juan’s Basement”, que na estréia põe a nova-iorquina Liars para tocar num porão. O canal exibirá ainda documentários musicais. O primeiro será “LoudQuiet-Loud” (2006), sobre os Pixies.
“A internet é um meio muito mais propício a um canal musical do que a televisão. Há menos amarras, pode-se viajar mais”, avalia Schreiber.
Prateleiras
Ele tem a anuência de Zico Goes, diretor de programação e conteúdo da MTV Brasil. “O consumo de música é mais afeito à web. Nela, as prateleiras são infinitas, cada um é sua própria mídia”, diz Goes.
O impacto que os videoclipes causaram em 1990, na estréia da emissora no país, foi suplantado cinco anos depois, conta o diretor, “quando falou mais alto a necessidade da TV de contar histórias”. Desde então, de musical, o canal prefere o epíteto “jovem”. “Manter os videoclipes seria romantismo, não tiraria a emissora do limbo.”
Hoje Goes divide em duas a MTV Brasil: a da TV e a da internet. A primeira jogou no site Overdrive cerca de 15 mil clipes que não exibe mais.
Em 2005, um ano antes de a MTV anunciar que relegaria os videoclipes às madrugadas, o canal pago VH1 fez o caminho inverso, chegando ao país com 50% de programação musical.
A explicação estava na segmentação do público-alvo, de 25 a 49 anos. “A TV a cabo hoje dá a opção de pensar em audiências menores”, diz Jimmy Leroy, vice-presidente criativo do canal no Brasil. É um público distinto do que consome o Pitchfork. “The Police é algo totalmente VH1″, exemplifica.
Referência
Schreiber prefere obscuras crias do cenário indie na programação do Pitchfork.TV. Foi esse perfil, afinal, que fez seu modesto blog de crítica musical, criado em 1995, se tornar referência inclusive para a mídia “mainstream” nos anos 00.
Seu rigoroso sistema decimal de avaliação abriu portas para nomes como Arcade Fire, cuja estréia, com o CD “Funeral” (2004), mereceu uma honrosa nota 9,7. “Nossas críticas interferiram na história de bandas como Broken Social Scene, Arcade Fire. Aceleramos o processo”, admite Schreiber.
Não é difícil imaginar que a Pitchfork.TV não vá ter dificuldades em encontrar bandas para participar de seus programas. Como avaliou Lee Sargent, tecladista do Clap Your Hands Say Yeah, quando seu primeiro CD levou um 9, “o caso de uma publicação como o Pitchfork é que ela decide quando o sucesso acontece”.
Fonte: Folha Online
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