O general Michel Suleimane sucede a Emile Lahoud e tem o apoio popular por ter conseguido manter unido o exército de um país marcado por uma sangrenta guerra civil e pelas divisões políticas. Os partidos da maioria parlamentar (muçulmanos sunitas e cristãos maronitas) têm o apoio dos países ocidentais e da Arábia Saudita, enquanto que a oposição (muçulmana xiita) é protegida pelo Irão e pela Síria.