“Segundo as primeiras estimativas, esta operação permitiu neutralizar mais de 150 terroristas”, refere um comunicado militar turco.

O comunicado indica que entre os mortos poderão estar comandantes do PKK, depois de anteriormente as forças turcas terem referido que durante a ofensiva na região montanhosa de Qandil foram atingidos esconderijos e um centro de comunicações.

Por sua vez, o PKK refuta os números do exército turco e contrapõe que apenas seis elementos do Pejak (uma organização separatista próxima do PKK) foram mortos num ataque em Qandil.

Um porta-voz do PKK, Ahmet Danis, afirmou à AFP que o exército turco está a tentar desmoralizar os curdos e acusou os meios de comunicação turcos de exagerarem os números.

O PKK, considerado uma organização terrorista pela Turquia, pelos Estados Unidos e pela União Europeia, luta desde 1984 pela autonomia do sudeste da Turquia, onde a maioria da população é curda, num conflito que fez mais de 37 mil mortos.

O parlamento turco autorizou o governo a realizar operações militares para lá das fronteiras da Turquia durante um ano, até Outubro.

Fonte: Sic

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