Fonte do Governo espanhol disse desconhecer a nacionalidade dos 13 africanos referindo que os restantes são oito pescadores da Galiza e cinco do País Basco, região onde está registada a embarcação, o “Playa de Bakio”, que pertence a uma associação local.
Em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros espanhol confirmou que a embarcação foi aproximada por outra embarcação de onde foi lançado um primeiro ataque antes de vários homens armados terem feito a abordagem.
O ataque inicial, que envolveu lança-granadas e ocorreu cerca das 13h00 a 250 milhas da costa somali, causou alguns danos ligeiros ao navio que continua a ser navegável.
Não há para já registo de incidentes no caso que está a ser acompanhado por vários membros do governo espanhol e por missões diplomáticas espanholas na região, nomeadamente no Quénia - que tem jurisdição sobre a Somália.
A caminho da zona está já uma fragata espanhola que se encontrava no Mar Vermelho, numa operação da qual foi já também informada a NATO, podendo participar nas operações de apoio outras embarcações, incluindo um navio francês.
O sequestro ocorre uma semana depois de na mesma zona ter sido abordado um iate de luxo com 30 tripulantes, dos quais 22 franceses.
Paris conseguiu a libertação dos reféns, desconhecendo-se as condições de um eventual acordo.
No caso do navio espanhol hoje abordado ainda não há relatos de pedidos de resgate.
Fonte: Lusa
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