O impacto da crise financeira internacional nas contas dos principais bancos nacionais pode atingir um custo de 860 milhões de euros para os maiores bancos nacionais – CGD, BCP, BPI e BES –, avança o “Diário Económico”.

O jornal explica que a queda das bolsas, que decorre da crise financeira internacional, afectou a carteira de participações dos bancos e motivou a assumpção de menos-valias potenciais já assumidas no balanço do ano passado.

Para a CGD, a mais castigada neste processo, diz o jornal de assuntos económicos, o valor das perdas representou 36 por cento dos lucros registados no ano passado, ou seja, à volta de 370 milhões de euros.

No BCP, o prejuízo atinge os 230 milhões de euros e é, em grande parte, atribuído à participação que detém no BPI. Neste banco, liderado por Fernando Ulrich, a sua principal participação financeira é no rival BCP que terá custado em menos-valias, diz o jornal, 150 milhões de euros. A compensação a estas perdas chama-se Galp Energia, que tem valorizado e permitido minimizar a perda potencial de outros títulos na carteira dos bancos.

O BES é descrito por esta análise realizada pelo “Diário Económico” como a instituição financeira menos penalizada indirectamente pelo crise do crédito hipotecário de alto risco (”subprime”). A sua carteira de participações é dominada pela Portugal Telecom, mas o jornal não fala no valor que o banco terá assumido como perda potencial no ano passado.

Fonte: Público

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