Israel fez a maior simulação de guerra convencional e não convencional nos seus 60 anos de existência. O Governo de Jerusalém reuniu-se formando um gabinete de guerra. Todas as forcas de segurança e de salvação, ouviram uma mensagem do primeiro ministro: rebentou a guerra.

“Devemos preparar-nos. Há menos de dois anos, a metade norte do país foi atacada com quatro mil mísseis do Hezbolhah libanês. Você conhece algum país europeu que aceitasse uma situação similar?”, interroga Matan Vilnay, vice-ministro de Defesa.

Em todas as escolas do país a unidade de protecção civil fez uma simulação das reacções dos alunos e dos professores em caso de um ataque real: abandonar as salas de aula e encontrar o quarto de refúgio mais próximo e como cooperar na recuperação das vitimas.

“Chegámos à conclusão que se explicarmos às crianças o que está a acontecer com calma, eles próprios analisam a situação; o que lhes da muita segurança”, refere o bombeiro Boaz Rakia.

Os pais receberam um aviso no qual se lhes pede que dialoguem com os filhos. Tudo isto tem a direcção de professores e psicólogos. “Falamos com as crianças sobre os seus receios , tentamos acalmar os ânimos, ouvimo-los pacientemente e respondemos a todas as dúvidas”, diz a professora Mor Levi.

“Estão-nos constantemente a dizer que devemos manter a calma, agora é fácil, mas se um dia isto for verdade, vamos ver o que é que acontece. Trata-se de uma preparação. Afirma-se que quanto mais duros forem os treinos, mais fácil será a batalha”, diz o aluno Ronen.

Em várias partes do país, as unidades de resgate do exército procuram sobreviventes entre os escombros dos edifícios destruídos. Israel prepara-se para o apocalipse .

Fonte: Sic

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