O veleiro está a ser seguido de perto por uma embarcação da Marinha francesa. A situação a bordo está aparentemente calma, mas as negociações para resgatar os reféns sem recurso à violência continuam.
O ministro da Defesa francês, Hervé Morin, indicou que “haverá 32 tripulantes, na grande maioria franceses, e provavelmente também pessoas de nacionalidade ucraniana”.
O navio voltava das Seychelles sem passageiros e dirigia-se para o Mediterrâneo quando foi atacado no Golfo de Aden, indicou, por seu lado, o armador do barco, a companhia CMA-CGM.
O governo francês desencadeou o “plano pirata mar” que prevê mobilizar todos os meios disponíveis na zona e “contactar” com os “aliados” da França na região, indicaram os serviços do primeiro-ministro.
Interrogado na rádio Europe 1 sobre uma eventual intervenção das forças francesas, o ministro respondeu:”Examinamos nomeadamente o trajecto que este barco efectua e em função dos trajectos, da situação a bordo, das condições, vamos ver o que faremos”.
Segundo o estado-maior das Forças Armadas, “meios militares franceses e a Task Force 150 (uma força marítima de intervenção colocada sob comando militar norte-americano) estão presentes na zona”.
A marinha francesa dispõe também de um avião de patrulha marítima, o Atlantique 2, sediado em Djibouti.
As costas somalis são perigosas para a navegação: nessa zona é vulgar piratas atacarem navios para se apoderarem da carga e obter o pagamento de resgates contra a libertação das tripulações.
Fonte: Lusa
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