Teve início a operação humanitária organizada conjuntamente pela França, pela Espanha e pela Suíça, para assistir a refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) Ingrid Betancourt. A eminência desta missão fora adiantada pelo presidente francês, Nicolas Sarkozy, que dera conta que a franco-colombiana, nas mãos dos guerrilheiros colombianos desde 2002, poderá morrer se não receber tratamento médico.

O início desta missão foi avançado pela presidência francesa, num curto comunicado, em que não surge sequer o nome da antiga candidata presidencial colombiana.

O presidente francês tinha dado conta que esta operação tinha como finalidade «contactar com as FARC» para conseguir entrar em contacto com Betancourt. E o presidente colombiano, Alvaro Uribe, deu garantias de que as operações militares na zona onde a missão se vai realizar seriam suspensas.

O porta-voz do Eliseu disse que não será prestada qualquer informação adicional para além da que foi veiculada no comunicado.

A franco-colombiana sofre de hepatite B e de leishmaniose - uma doença transmissível por picadas de mosquito e que provoca úlceras cutâneas e internas - e necessita de uma rápida transfusão de sangue, segundo um jornalista da rádio Caracol, da Colômbia, enviado à zona onde se presume que Betancourt esteja aprisionada.

O filho mais novo de Ingrid Betancourt, Lorenzo Delloye, apelou esta quarta-feira à libertação da sua mãe, frisando que esta está em perigo de vida e que morreria se não recebesse uma transfusão de sangue «nas próximas horas».

Fonte: Diário Digital

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