“Teremos soldados para proteger a nossa embaixada como temos por todo o lado. Como temos em França. Como temos na Grã-Bretanha. Militares para proteger os nossos diplomatas”, disse Obama, durante uma conferência de imprensa em Manheim, na Pensilvânia.
Caso seja eleito Presidente, Obama prevê retirar as tropas de combate norte-americanas do Iraque num prazo de 16 meses após a sua entrada em funções.
As tropas de combate que Obama quer manter para combater a Al-Qada podem estar no Iraque ou na região.
“É muito diferente do que dizer que teremos uma ocupação permanente do Iraque“, prosseguiu.
Obama criticou o republicano John McCain que, segundo ele, quer deixar os soldados norte-americanos no Iraque durante cemanos.
Quando um jornalista lhe disse que McCain não falou de manter as tropas de combate durante um século no Iraque, mas sim de uma presença militar norte-americana a longo prazo como a que existe na Alemanha ou no Japão, Barack Obama manteve as acusações.
“Não penso que tenha sido injusto“, disse Obama, referindo-se às palavras de McCain.
“O problema que temos com McCain e (com o Presidente) George W. Bush é que não conhecemos a sua definição de sucesso. Nunca houve. É por isso que (a guerra no Iraque) constitui um profundo erro estratégico“, acrescentou Obama.
Obama relembrou que McCain considera uma retirada dos soldados norte-americanos do Iraque como uma “rendição“.
“Isso implica que devemos continuar no Iraque tanto tempo quanto ele pense que seja necessário”, sublinhou.
Fonte: Sic
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