Archive for Abril 1st, 2008
Posted by: iGuga Team in Empresas, tags: gmail
Neste primeiro de abril, o Google lançou mais um revolucionário serviço: o Gmail Custom Time, recurso que permite aos usuários enviarem mensagens no passado.
Ao enviar um e-mail, pode-se escolher uma data no passado, e a mensagem aparecerá com a data adulterada na caixa de mensagens do destinatário. Isso deverá salvar casamentos, empregos e notas escolares. O fantástico é que o usuário pode, inclusive, deixar a mensagem “marcada como lida” para evitar qualquer suspeita.
Mas o uso do serviço requer moderação. Baseado em vários estudos, o Gmail concluiu que é prudente o uso do Gmail Custom até dez vezes por ano. Utilizar o recurso mais que isso pode causar sérios danos à humanidade! A equação para esta conta é simples e baseia-se na seguinte idéia:
[(N X P) - Vo] / L = 10
na qual:
N = Total de e-mails enviados
P = Probabilidade das pessoas acreditarem em e-mails enviados no passado
o =Número Áureo
L = Expectativa de vida
Para mais informações, acesse https://mail.google.com/mail/help/customtime/index.html.
Fonte: Undergoogle
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O presidente da França, Nicolas Sarkozy, pediu na terça-feira que a Colômbia suspenda as operações militares contra a guerrilha Farc para colaborar numa “missão humanitária” que leve à libertação da refém Ingrid Betancourt, que segundo ele está perto da morte.
Sarkozy telefonou para o presidente colombiano, Álvaro Uribe, logo após fazer um pronunciamento televisivo dirigido ao comandante das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, Manuel Marulanda, em que pedia a libertação de Betancourt, uma franco-colombiana de 46 anos, mãe de dois filhos, capturada pela guerrilha em 2002, quando era candidata a presidente.
“[Sarkozy] disse [a Uribe] da sua intenção de enviar uma missão humanitária sem demora para fazer contato com as Farc e obter acesso à sua compatriota”, disse nota divulgada pela Presidência francesa, sem dar detalhes da missão.
“Ele pediu ao presidente colombiano que suspenda todas as formas de operações militares para garantir a segurança e o sucesso desta missão.”
Uribe disse que a Colômbia suspenderia as operações militares quando a missão humanitária fornecer as coordenadas da região em que daria atendimento médico a Betancourt e outros reféns, todos muito doentes após anos de cativeiro.
“O presidente Sarkozy me disse que a missão humanitária está em movimento para atender à saúde dos reféns”, disse Uribe em Bogotá. Não ficou claro se a missão já começou.
As Farc oferecem trocar 40 reféns estratégicos –políticos, militares, policiais e três norte-americanos– por centenas de guerrilheiros presos. Mas o governo se recusa a desmilitarizar uma área que serviria para as negociações.
O pronunciamento de Sarkozy às Farc, em francês com legendas em espanhol, mostra a importância que a França dá ao caso.
“As últimas informações que nos chegam relativas a Ingrid Betancourt são profundamente preocupantes”, disse Sarkozy no vídeo. “Ingrid está em perigo iminente de morte. Ela não tem mais forças para resistir a um cativeiro interminável, que está se tornando uma tragédia.”
“O senhor [Marulanda] que lidera as Farc, o senhor tem um encontro com a história. Não o perca. Liberte Ingrid Betancourt e os reféns mais fracos”, acrescentou Sarkozy.
Segundo um comitê de apoio aos reféns, Betancourt estaria em greve de fome desde 23 de fevereiro. “Uma greve de fome em ambiente favorável é muito perigosa. Na selva, é fatal”, disse Arnaud Mangiapan, porta-voz dessa comissão, a jornalistas no palácio presidencial francês. “É óbvio que para Ingrid se trata de uma questão de absoluta urgência agora.”
O primeiro-ministro François Fillon disse que a França estaria disposta a receber ex-guerrilheiros como parte de um possível acordo para libertar Betancourt.
No fim de semana, um porta-voz de Sarkozy disse que um avião-hospital seria mantido de prontidão para socorrer Betancourt.
Fonte: Reuters
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Posted by: iGuga Team in Cuba, Países, tags: Cuba
Cuba começou na terça-feira a venda sem restrições de equipamentos eletrodomésticos, medida que entusiasmou os cubanos, que fizeram fila nas lojas. Mesmo assim, a espera pelos produtos vai continuar grande, por causa dos baixos salários.
As lojas foram autorizadas a vender dezenas de eletroeletrônicos outrora proibidos, como fornos microondas, televisores de tela plana e até computadores.
“Isto deveria ter sido feito há muito tempo. Eles nunca deveriam ter sido proibidos”, disse Felipe, engenheiro de 53 anos, que esperava impaciente na fila para comprar seu primeiro aparelho de DVD.
“Agora nós, cubanos, temos outras opções e assim se resolve um pouco a alternativa do transporte”, disse o animado Raydel Leyva, 42, depois de investir suas economias numa moto de 858 dólares, em Havana. “Acredito que todas essas medidas vieram para melhorar a vida do povo e nos fazer sentir melhor vivendo no nosso país”, disse Leyva, que não quis revelar por quanto tempo juntou dinheiro para comprar a moto.
Com uma renda média de 17 dólares por mês, os cubanos não podem comprar muitos dos novos itens à venda, mas mesmo aqueles que não têm condições se alegraram com a mudança.
“Os preços são astronômicos. Mas pelo menos eu tenho essa opção, e posso economizar para comprar o que quero. As pessoas vão trabalhar mais para comprar esses artigos”, disse Gelis, instrutora de tênis autônoma.
Os produtos mais vendidos eram os de menores preços, como as panelas de pressão, cujo valor ia de 17 a 54 dólares, e os aparelhos de DVD da Philips e da Panasonic, que custavam entre 118 e 162 dólares — mais caros do que em outros países, mas bem mais baratos do que no agitado mercado negro de Cuba.
Já os aguardados computadores e laptops da Dell e teclados e mouses da Microsoft foram retirados das lojas antes da venda começar, até que sejam fixados os preços. Ainda não está claro quando começa a sua venda.
Até agora, esses aparelhos só podiam ser adquiridos por empresas estatais. A maioria dos artigos vem da China.
Antes de adoecer, Fidel Castro iniciou um programa de financiamento a longo prazo de televisores, geladeiras e panelas elétricas chinesas. Raúl Castro sucedeu o irmão no dia 24 de fevereiro, prometendo acabar com as “proibições excessivas” no cotidiano de Cuba. Logo permitiu, além dos eletrodomésticos, o acesso a celulares e a hotéis antes reservados apenas a estrangeiros.
Fonte: Reuters
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O governo chinês aconselhou esta terça-feira a União Europeia (UE) a não apoiar Dalai Lama reiterando a sua posição de que qualquer encontro com vista a apoiar o líder tibetano representa um apoio a actividades separatistas.
As reacções do governo chinês surgiram após este ter tomado conhecimento de que a UE poderá convidar o líder espiritual a ir a Bruxelas para se encontrar com os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27.
O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Jiang Yu, afirmou que Pequim “se opõe às actividades separatistas’ do líder espiritual, acrescentando que “opomo-nos a quaisquer contactos entre representantes políticos de países estrangeiros que sirvam de apoio às actividades separatistas do Dalai Lama”.
As mesmas declarações já haviam sido proferidas a propósito da visita de Dalai Lama ao Japão na próxima semana a caminho dos EUA.
Recorde-se que ontem Jiang Yu disse que o Governo chinês está “absolutamente insatisfeito” com a discussão da questão tibetana pelos ministros dos Negócios Estrangeiros dos países membros da UE, salientando que se trata de “um assunto interno da China. Nenhum país estrangeiro nem organização internacional têm o direito de interferir nela”.
Fonte Correio da Manhã
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Durante os seus três dias de duração, a exibição mostrará o “último grito” em equipamento das forças especiais de elite para combater o terrorismo e outras ameaças para a segurança.
Na cerimónia de abertura, as Forças Especiais jordanas fizeram um simulacro de operação antiterrorista.
Por outro lado, numa conferência de responsáveis de segurança no Médio Oriente, que se realizou paralelamente à inauguração da feira, Abdallah II exortou os países a unirem forças para derrotar o inimigo comum na luta contra o terrorismo global, num texto do soberano hachemita lido durante o evento.
“Tenho a esperança de que SOFEX 2008 contribuirá para essa meta partilhada, sendo uma oportunidade sem precedente para trocar experiências, recursos e conhecimentos e desenvolver novas capacidades para que os nossos países sejam mais fortes e seguros”, assinalou.
Cerca de 700 peritos militares e responsáveis de defesa de diversos países participaram na conferência.
Fonte: Lusa
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O líder da oposição do Zimbabwe, Morgan Tsvangirai, negou hoje qualquer acordo com o partido no poder para a demissão do Presidente Robert Mugabe, sublinhando que vai esperar pelo resultado das eleições presidenciais antes de assumir a vitória.
Questionado sobre as notícias de que um acordo de princípio para que Mugabe reconhecesse a derrota, dado como certo pela imprensa internacional, o líder do Movimento para a Mudança Democrática (MDC) mostrou-se indignado: “Que acordo? Não nos deixemos influenciar pela especulação”.
Tsvangirai garante que “não há discussões” com o partido no poder, o ZANU-PF, e sublinha a oposição “não iria entrar num acordo antes da Comissão Eleitoral do Zimbabwe anunciar o resultado final”.
Também o ministro da Informação, Bright Matonga, negou também qualquer entendimento com a oposição. “Não há discussões ou negociações e o Presidente Mugabe não vai à televisão nacional fazer qualquer anúncio, porque não há anúncios para fazer”, afirmou o responsável.
As notícias de um acordo surgiram depois do partido de Mugabe e de observadores independentes terem revelado que Tsvangirai terá vencido o escrutínio presidencial de sábado, com 48 por cento dos votos, contra 43 por cento obtidos pelo Presidente. Este resultado obrigaria à realização de uma segunda volta, mas o MDC diz ter em sua posse projecções que apontam para uma vitória à primeira volta.
A imprensa britânica adiantava que, perante o cenário de derrota, o veterano Presidente zimbabweano, há 28 anos no poder, estaria a ser pressionado a renunciar ao cargo, incluindo por dirigentes do seu partido, os quais estariam em negociações com a oposição e os militares. A BBC adiantava mesmo que teria sido concluído um acordo de princípio, ao abrigo do qual faria uma declaração ao país, reconhecendo a derrota.
Durante a conferência de imprensa, Tsvangirai disse acreditar que venceu as eleições com maioria absoluta, mas entende “não ter direito de reivindicar vitória até que a comissão eleitoral a confirme”. “Queremos saber quem ganhou o quê antes de começar a falar sobre isso ou a reivindicar o que quer que seja”, declarou o líder da oposição, sublinhando que o partido dispõe apenas de “projecções internas”.
Três dias após as eleições, a comissão eleitoral ainda não divulgou qualquer resultado relativo ao escrutínio presidencial, enquanto os números referentes às legislativas continuam a ser divulgados a conta-gotas. Os últimos dados referem que o MDC elegeu já 82 dos 210 lugares em disputa (incluindo cinco atribuídos a uma facção dissidente), enquanto a ZANU-PF soma 78, estando ainda a corrida para os restantes 55.
Fonte: Público
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“Teremos soldados para proteger a nossa embaixada como temos por todo o lado. Como temos em França. Como temos na Grã-Bretanha. Militares para proteger os nossos diplomatas”, disse Obama, durante uma conferência de imprensa em Manheim, na Pensilvânia.
Caso seja eleito Presidente, Obama prevê retirar as tropas de combate norte-americanas do Iraque num prazo de 16 meses após a sua entrada em funções.
As tropas de combate que Obama quer manter para combater a Al-Qada podem estar no Iraque ou na região.
“É muito diferente do que dizer que teremos uma ocupação permanente do Iraque“, prosseguiu.
Obama criticou o republicano John McCain que, segundo ele, quer deixar os soldados norte-americanos no Iraque durante cemanos.
Quando um jornalista lhe disse que McCain não falou de manter as tropas de combate durante um século no Iraque, mas sim de uma presença militar norte-americana a longo prazo como a que existe na Alemanha ou no Japão, Barack Obama manteve as acusações.
“Não penso que tenha sido injusto“, disse Obama, referindo-se às palavras de McCain.
“O problema que temos com McCain e (com o Presidente) George W. Bush é que não conhecemos a sua definição de sucesso. Nunca houve. É por isso que (a guerra no Iraque) constitui um profundo erro estratégico“, acrescentou Obama.
Obama relembrou que McCain considera uma retirada dos soldados norte-americanos do Iraque como uma “rendição“.
“Isso implica que devemos continuar no Iraque tanto tempo quanto ele pense que seja necessário”, sublinhou.
Fonte: Sic
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A polícia usou gás lacrimogéneo contra cerca de uma centena de pessoas reunidas em Nairobi, incluindo a Prémio Nobel da Paz de 2004, Wangari Maathai, que protestava contra o aumento do número de governantes saído do acordo entre o Presidente Mwai Kibabi e o líder da oposição, Raila Odinga, para formar o Executivo.
Desde os acordos de paz, depois de meses de violência (mais de mil mortos) na sequência das últimas eleições, que os membros dos dois partidos estão em acesas discussões sobre quem ficará com que pastas ministeriais.
O anterior Governo tinha 17 ministros, mas Kibabi propõe agora 34, enquanto que Odinga sugere mesmo que sejam 44. Além disso, por cada novo ministro são necessários mais funcionários públicos, aumentando em muito os gastos com a administração, já que recebem vencimentos equiparados aos dos europeus.
Os manifestantes recordam o tempo em que os Executivos chegaram a ter 30 ministros, mas isso não significou que fossem implementadas reais reformas que melhorassem a condição de vida da população.
Milhões de quenianos vivem com menos de um euro por dia e centenas de milhar estão ainda em campos de refugiados para onde fugiram da violência. Nos cartazes de protesto lia-se “Não mais de 24″.
“Viemos aqui como cidadãos apelar aos dois líderes do nosso país, o Presidente Kibabi e o primeiro-ministro Odinga, para que, por favor, oiçam as vozes dos quenianos”, disse a ambientalista Wangari Maathai, vencedora do Prémio Nobel da Paz em 2004. Maathai acabou por ter que fugir do local depois de atacada com o gás lacrimogéneo.
“Os quenianos estão indignados com este Executivo inchado. São despesas irresponsáveis tendo em conta a crise económica que existe no país”, dizia um dos panfletos entregues pelos manifestantes.
“Esta não é a maneira de governar este país e o Governo tem de perceber que tem é necessária uma abordagem diferente. Mas não vai ter esse apoio se lançar gás contra o povo”, disse um dos manifestantes, um académico conhecido, Donald Thompson.
Fonte: Sic
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De acordo com os dados revelados pela Rede de Apoio às Eleições no Zimbabué (organismo independnete), o partido no poder (Zanu-PF) obteve até agora 42% dos votos, correspondentes a 64 dos 200 deputados; enquanto que o partido da oposição (MMD) obteve 49% dos votos, correspondentes a 62 deputados, a que se juntam mais cinco da facção dissidente do MMD. O independente Simba Mkoni conseguiu 8% dos votos até ao momento.
Com 79 lugares no Parlamento por apurar, parece que nenhum dos partidos conseguirá os 51% necessários para evitar uma segunda volta. E estes dados referem-se apenas às legislativas (câmara baixa e senado), porque não foram divulgados quaisquer dados sobre as presidenciais.
A comunidade internacional, nomeadamente EUA, UE e a antiga potência colonizadora, Reino Unido, reiteram os apelos para a rápida divulgação dos resultados eleitorais, já que a demora contribui para aumento da tensão e sentimento generalizado de que pode estar em curso a falsificação dos mesmos.
Entre os cidadãos comuns, os diplomatas e os observadores circulam todo o tipo de histórias, desde a fuga do presidente Mugabe para a Malásia até alegadas negociações de bastidores entre os principais protagonistas, a polícia política e os altos comandos militares para um acordo de partilha do poder que permita uma governação conjunta do país após as eleições e a preservação de algum do orgulho que a Zanu-PF de Mugabe venha a perder em resultado de uma iminente derrota eleitoral.
O líder do MMD, Morgan Tsvangirai, tem criticado os atrasos mas negou os relatos saídos na imprensa internacional de que estaria a negociar com o Presidente Robert Mugabe uma transferência de poder.
Uma conferência de imprensa do MMD marcada pra hoje, alegadamente para denunciar a provável faslificação dos dados, foi cancelada com o argumento de que “foram recebidos nas últimas horas resultados extremamente animadores para nós”, optando, por isso, por adiar qualquer declaração pública.
Na noite de segunda-feira, as ruas de Harare registavam uma forte presença policial, com pequenas unidades da polícia anti-motins estacionadas em vários pontos fulcrais da cidade. No entanto, residentes locais garantiram à Lusa que este aparato policial é normal em períodos eleitorais.
As forças de segurança deverão manter-se nas ruas nos próximos dias como elemento dissuasor, para o caso de se verificarem quaisquer distúrbios, quer anti-governamentais, quer de carácter festivo em caso de uma vitória da oposição.
Fonte: Lusa
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As estatísticas, compiladas pela France Presse com base em dados dos ministérios do Interior, da Defesa e da Saúde, indicam que 925 civis morreram em actos de violência registados no mês passado no Iraque, registando-se ainda a morte de 54 militares e de 103 polícias.
No mesmo período 1.630 pessoas ficaram feridas.
As estatísticas incluem o balanço dos combates entre as forças militares iraquianas e as milícias xiitas, verificadas no final de Março, responsáveis por, pelo menos, 461 mortos e mais de um milhar de feridos.
Trata-se do segundo mês consecutivo de subida no número de vítimas nos actos de violência, depois de em Fevereiro terem sido registadas 721 mortes, um aumento de 33 por cento face a Janeiro.
O número total de vítimas iraquianas desde a invasão do país, em Março de 2003, é alvo de controvérsia no país, com o governo do primeiro-ministro Nouri al-Maliki a recusar-se a divulgar balanços.
Fonte: Sic
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