Archive for 28 de Março, 2008

Sites internacionais informaram que hackers voltaram a utilizar documentos criados no Word como vetor de ataque a computadores desprotegidos.

De acordo com o site Digital Trends, o novo malware é encaminhado em anexo e, para funcionar, basta abri-lo. A operação desencadeia uma sobrecarga na memória do computador do usuário que permitiria ao hacker controlar remotamente a máquina da vítima.Isso é possível devido a uma ineficiência na versão do Jet Database Engine, um sistema da Microsoft aplicado a diversos programas da empresa, como o Word. Por exigirem várias condições específicas para serem bem sucedidos, a Microsoft acredita que os ataques são isolados.

A falha encontra-se nas versões Word 2000 SP3, Word 2002 SP3, Word 2003 SP2, Word 2003 SP3, Word 2007 e Word 2007 SP1, rodando no Windows 2000, XP e Server 2003 SP1. Recomenda-se o uso de firewall, antivírus e antispyware e a aplicação de todas as atualizações de seguranças disponíveis, além de evitar a abertura de anexos enviados por fontes desconhecidas.Para o site TechNewsWorld, usuários dos sistemas Windows Server 2003 SP2, Windows Vista e Windows Vista SP1 estão seguros.

Fonte: Geek

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A tentativa da Microsoft de comprar o portal de Internet Yahoo! pode encontrar um inesperado obstáculo em agosto, quando começa a valer a lei antimonopólio da China, segundo afirma reportagem do “New York Times” desta sexta-feira.

Segundo informa o jornal, a medida vai permitir que as autoridades chinesas analisem fusões internacionais quando elas envolverem empresas que tenham investimentos em companhias do país. Pequim também poderia vetar a fusão por questões de segurança nacional, segundo afirma a agência oficial “Xinhua”.

A influência da China no possível acordo entre a empresa de Bill Gates e o Yahoo! se deve ao fato de que, em 2005, o portal de internet investiu US$ 1 bilhão no Alibaba.com, o principal site de e-commerce do país. O investimento deu ao Yahoo! cerca de 40% da companhia chinesa.

Segundo representantes do Alibaba, a proposta da Microsoft pode fazer com que a companhia chinesa compre de volta a parte do Yahoo!, dando a eles independência no caso de um possível acordo.

Mercado em expansão

A lei, que entra em vigor no dia 1º de agosto deste ano, tem como objetivo tornar mais rigorosa a atual regulamentação antitruste chinesa.

Segundo especialistas, a medida fará da China a terceira potência na esfera de influência mundial em regulamentações antitruste, atrás apenas da União Européia e dos Estados Unidos.

Para Nathan G. Bush, um especialista em lei antitruste, a influência é um reflexo do crescimento do mercado chinês e as empresas terão que desenvolver estratégicas específicas para poder continuar no país.

Executivos da Microsoft e do Yahoo! preferiram não comentar os possíveis efeitos da nova legislação chinesa.

No dia 11 de fevereiro, o Yahoo! recusou oficialmente a oferta de compra feita pela Microsoft, no valor de US$ 31 por ação. Originalmente, a proposta valia US$ 44,6 bilhões (equivalente a R$ 77,6 bilhões).

Em um comunicado aos seus empregados, o presidente do Yahoo!, Jerry Yang, afirmou que a proposta da Microsoft “deprecia substancialmente” o valor do portal, em parte, por conta do significante crescimento da empresa no mercado chinês com o Alibaba.

Fonte: Folha Online

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A internet oferece muitas oportunidades em termos de educação, criatividade e sociabilidade, além de apresentar bastante material impróprio para as crianças. Devido a isso, a maioria dos pais demonstra preocupação com a segurança dos filhos. De acordo com dados da F-Secure, fabricante finlandesa de soluções de segurança para redes, servidores, telemóveis e smartphones, computadores domésticos e corporativos, somente 5,5% dos pais sentem que os filhos estão seguros online.

Mesmo com a popularização da ferramenta de controle parental disponível nos softwares de segurança, o maior medo dos pais é que seus filhos sejam expostos a materiais questionáveis na internet. Dos 1.169 entrevistados, 92,5% temem essa exposição e apenas 7,5% acham que as crianças não estão expostas, apesar de quase metade não concordar com a afirmação “minhas crianças não estão expostas a materiais questionáveis online”.

A pesquisa ainda revelou que 20,3% dos participantes acreditam que as crianças respeitam os limites de tempo estabelecidos. Nesse sentido, os norte-americanos saíram na frente, com 27% de segurança quanto ao período de uso da internet, seguidos por canadenses (23%) e europeus (17%).

Gabriel Menegatti, responsável pela área de tecnologia da F-Secure, acredita que os pais estejam mais preocupados em relação aos perigos da web para seus filhos, mas ainda não se julgam capazes para protegê-los. Para ele, “uma dica fácil para minimizar o acesso das crianças a conteúdo impróprio é instalar uma solução de segurança que traga a ferramenta controle parental, com a qual é possível estabelecer os sites que podem ser visitados”.

Font: AdNews

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O Google registrou crescimento modesto em Fevereiro, de acordo com relatório divulgado na quarta-feira (26) pela empresa de pesquisa ComScore sobre “cliques pagos” –a audiência que a publicidade do site possui.

Fontes que tiveram acesso ao relatório afirmam que os números da ComScore demonstram crescimento de 3,1% no número de cliques pagos em Fevereiro quando comparado com o mesmo mês do ano anterior.

O crescimento estável no mesmo tipo de comparação em Janeiro, revelado pela ComScore, resultou em queda de 8% nas ações do Google no dia posterior ao relatório.

Na ocasião, o resultado também levantou um debate em Wall Street para determinar se o crescimento da receita estava se desacelerando naturalmente ou se medidas tomadas pelo próprio Google eram as culpadas.

O que embasa a discussão é a preocupação dos investidores quanto ao fato de que o crescimento dos cliques pagos no Google ter caído do ritmo de 30% a 40% seis meses atrás, aumentando as perspectivas de que a situação da economia talvez seja responsável por parte da desaceleração do Google.

“Não há como evitar a tendência. Algo que vinha facilmente beirando os 40% agora está perto de zero. Alguma coisa está acontecendo ali,” disse Ross Sandler, analista da RBC Capital.

A ComScore se recusou a comentar sobre o relatório, alegando que publica os dados para uso dos clientes, os quais incluem empresas do setor publicitário e corretoras de Wall Street.

Motores de busca
Também com base em relatório da ComScore de Fevereiro, analistas apontaram uma desaceleração do crescimento do Google no mercado mundial de motores de busca online.

Os dados mostraram que a participação do Google sobre o mercado mundial de motores de busca caiu de 63,1% em janeiro para 62,8% em fevereiro.

Fonte: www.folha.com.br

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